Laguna foi fundada em 1676 e tem um dos centros históricos mais importantes do Sul, tombado pelo IPHAN em 1985. É a cidade de Anita Garibaldi e palco da República Juliana, e fica a pouco mais de 2 horas da pousada pela BR-101.
Dá um dia inteiro: manhã a pé no centro histórico, tarde nos molhes vendo a pesca com os botos — reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil em 2026 — e, para quem sai bem cedo, o Farol de Santa Marta.
Os museus abrem de terça a domingo, das 9h às 17h, e fecham às segundas: evite ir na segunda-feira.
O que visitar
Lugares, distâncias e o que saber antes
Distâncias e tempos de carro medidos no Google Maps saindo da pousada, no Centro de Torres.
Núcleo colonial à beira da lagoa, tombado pelo IPHAN em 1985, com cerca de 600 edificações registradas. A Igreja Matriz Santo Antônio dos Anjos fica no lugar da capela original do fundador; a construção atual começou em 1735.
Por que conhecer: O conjunto histórico mais importante da cidade, para percorrer a pé.
A Casa de Anita, colonial, ao lado da Matriz, funciona como museu com documentos e retratos da heroína. O Museu Histórico Anita Garibaldi ocupa a antiga Casa de Câmara e Cadeia, na Praça República Juliana, com acervo indígena, de sambaquis e da Revolução Farroupilha.
Por que conhecer: A história de Anita e da República Juliana contada onde aconteceu.
Tempo sugerido1 a 1h30 nos dois
ExperiênciaMuseus
EsforçoBaixo
HorárioTerça a domingo, 9h às 17h; fecham às segundas (NSC, 2024)
No canal que liga a lagoa ao mar, pescadores artesanais e botos pescam a tainha juntos: os botos cercam o cardume e sinalizam a hora de lançar a tarrafa. A prática foi reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN em março de 2026.
Por que conhecer: Uma parceria entre gente e animais que só existe aqui.
Distância170 km de carro · 2h15
Tempo sugerido1 a 2 h
ExperiênciaNatureza, cultura
EsforçoBaixo
Melhor épocaMaio a julho, na safra da tainha — não há avistamento garantido
Observe de terra, sem se aproximar dos botos nem atrapalhar os pescadores.
Inaugurado em 1891, é conhecido como o maior farol do mundo construído com óleo de baleia. A torre tem 29 m e 142 degraus e é administrada pela Marinha. Do promontório se veem as praias e, de julho a novembro, as baleias-francas.
Por que conhecer: Paisagem de cabo, história e a melhor chance de ver baleias.
Distância149 km de carro · 2h09 (Google Maps)
Tempo sugeridoMeio dia
ExperiênciaPaisagem, história
EsforçoModerado (escadaria)
Visita à torreCom agendamento por e-mail na Marinha, com pelo menos 2 dias de antecedência (NSC, 2024) — confirme a regra atual
AcessoSaindo do centro de Laguna, pela balsa; a outra opção é pelo sul, via Jaguaruna
A balsa pode parar por maré, vento ou assoreamento do canal: confira antes de sair.
Saia cedo de Torres para chegar a Laguna por volta das 9h30 (evite a segunda-feira, quando os museus fecham).
Manhã a pé no centro histórico: Igreja Matriz, Casa de Anita, Museu Anita Garibaldi e a Fonte da Carioca.
Almoço e subida de carro ao Morro da Glória.
Tarde nos Molhes da Barra para ver a pesca com os botos (mais chance de maio a julho). Quem preferir o Farol de Santa Marta deve fazer dele o foco do dia, com agendamento.
Volta para Torres em cerca de 2 horas — melhor antes de escurecer.